Secretaria de Estado de Saúde confirma que paciente do Centro-Oeste já evoluiu para a cura. Belo Horizonte e Contagem também possuem registros; SES-MG reforça orientações de prevenção e busca por atendimento médico.
Formiga/Belo Horizonte, MG — A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) atualizou, na noite desta quinta-feira (26/02), o boletim epidemiológico da mpox no estado. O documento confirma que Formiga, na região Centro-Oeste, registrou seu primeiro caso da doença em 2026. Com esta atualização, Minas Gerais atinge a marca de cinco pacientes confirmados desde o início do ano.
Distribuição Geográfica e Histórico
Os dados oficiais mostram que a circulação do vírus monkeypox tem se concentrado na Região Metropolitana e no Centro-Oeste:
- Belo Horizonte: 3 casos (confirmados entre janeiro e fevereiro).
- Contagem: 1 caso (confirmado em 29 de janeiro).
- Formiga: 1 caso (confirmado em 24 de fevereiro).
Apesar do surgimento dos novos registros, a SES-MG tranquiliza a população ao informar que todos os cinco pacientes apresentaram quadros que evoluíram positivamente para a cura, sem a necessidade de internações críticas ou ocorrência de óbitos.
O que é a Mpox e como ela se espalha?
A mpox é uma enfermidade viral transmitida, principalmente, pelo contato direto e prolongado. Isso inclui o toque em lesões de pele (feridas), troca de fluidos corporais, gotículas respiratórias ou o compartilhamento de objetos de uso pessoal (como toalhas e lençóis) pertencentes a alguém infectado.
Sintomas mais comuns:
- Aparecimento de erupções ou feridas na pele;
- Linfonodos inchados (ínguas);
- Febre, calafrios e dor de cabeça;
- Dores musculares e exaustão.
Recomendações e Tratamento
Atualmente, não existe um medicamento antiviral específico aprovado para o tratamento padrão da mpox; a abordagem médica foca no suporte clínico para aliviar as dores e febre, além de cuidar das lesões para evitar infecções secundárias.
A Secretaria de Saúde orienta que, ao notar feridas suspeitas ou sintomas gripais após contato com terceiros, o cidadão deve procurar uma Unidade Básica de Saúde ou UPA. A informação sobre contatos prévios com casos suspeitos é essencial para o bloqueio da cadeia de transmissão na cidade.













